Você já ouviu falar em Caxambu? Essa simpática cidade mineira está a cerca de 310 quilômetros de São Paulo e é o destino ideal para relaxar durante o inverno. Afinal, lá você encontra o maior complexo hidromineral do planeta, com mais de 10 fontes de águas termais! Então se você anda precisando de uma escapadinha revigorante, confira agora o que fazer em Caxambu.
Com apenas 21 mil habitantes, a cidade reúne o melhor do turismo de relaxamento, histórico e arquitetônico. É o refúgio perfeito para o viajante paulistano que deseja desacelerar e, além disso, experimentar a deliciosa culinária mineira!

Águas termais “milagrosas” curaram a princesa
Antes da chegada dos europeus, a região de Caxambu era habitada pelos indígenas cataguases e puris. Estima-se que o atual nome da cidade venha do tupi antigo catã-mbu, que significa “água que borbulha” ou “bolhas a ferver”.
Até o início do século 19, a região contava apenas com algumas propriedades rurais. Seu desenvolvimento veio a partir de 1814, quando os habitantes descobriram as fontes termais e o povoado passou a receber visitantes de toda a Colônia — inclusive, membros da família imperial brasileira.
Em 1868, a Princesa Isabel buscou o complexo hidromineral na companhia de seu esposo, o Conde d’Eu, pois sofria de uma forte anemia e não conseguia engravidar. Como algumas das águas são ricas em ferro, a estadia levou à cura da infertilidade da princesa, algo que trouxe ainda mais fama para as águas de Caxambu.
Com 12 fontes mineirais de diferentes propriedades, o Parque das Águas de Caxambu é considerado atualmente o maior do mundo. Nele está o Balneário de Caxambu, de 1912, que oferece banhos terapêuticos, piscinas térmicas, massagens e saunas.

O que mais fazer em Caxambu?
Você já entendeu que as águas medicinais são a grande atração de Caxambu. Mas há muito mais para explorar por lá! Para quem busca altura, vale a pena subir de teleférico até o Morro de Caxambu, cujo mirante oferece uma vista panorâmica do município.
O Museu Histórico de Caxambu guarda a trajetória da cidade, inclusive com detalhes da passagem da família imperial. Por fim, a Igreja de Santa Isabel da Hungria (1897) foi construída por iniciativa da Princesa Isabel em gratidão pela cura da infertilidade. Atualmente um patrimônio da cidade, ela guarda uma impressionante arquitetura neogótica.
