×

TIPO EM SUA PESQUISA E PRESSIONE ENTER

Carregando...
Guias Secretos

5 negócios comandados por refugiados em São Paulo

By Giulia Trecco

negócios refugiados

No Dia Mundial do Refugiado, conheça pessoas que empreenderam na cidade.

Você sabia que mais de 80 milhões de pessoas foram obrigadas a sair de seus países por causa de conflitos e perseguições somente em 2020? A fim de jogar o holofote sobre a questão do deslocamento à força, celebra-se em 20 de junho o Dia Mundial do Refugiado.

+ Conheça serviços de delivery comandados por refugiados

Buscando ajudar quem mais precisa, a Agência de Refugiados da Onu (ACNUR) criou um banco de dados de refugiados empreendedores no Brasil. Abaixo, confira cinco dos que residem em São Paulo:

Anas Obaid e seus “perfumes feitos na hora”

O jornalista Anas Obaid chegou ao Brasil em 2015, depois de ser obrigado a deixar seu país de origem, a Síria. Por aqui, conseguiu abrir uma loja na Mooca, onde vendia fragrâncias de produção própria. Porém, com a pandemia, teve que baixar as portas. Mesmo assim, o empreendedor continua a comercializar seus perfumes. Confira mais detalhes na página de Anas no Instagram.

Renee, artesã

Natural da Guiana Inglesa, Renee veio para o Brasil em 2011, onde mora com seu marido, Lambert, um refugiado congolês. Seu interesse por artesanato começou por aqui, quando um vizinho brazuca a apresentou o biscuit. Desde então, não parou de mexer com isso, produzindo colares, brincos, pulseiras e bonecas.

Soda, estilista

A estilista senegalesa Soda, mais conhecida pelo apelido “Mama”, chegou em São Paulo em 2007. Com esperanças de construir um futuro melhor para sua família, trabalhou duro até conseguir abrir sua própria loja. Lá são vendidos tecidos, roupas, turbantes, faixas e colares, entre outros produtos com estampas africanas.

Publicidade

Lavi e a arte de retratar seu povo

Lavi precisou deixar a República Democrática do Congo em 2015, antes de conseguir seu diploma em artes plásticas. Em São Paulo, pôde expor seu trabalho em vários centros culturais. “Minha arte reflete as minhas raízes, é uma representação da cultura africana, […] nossas conquistas e valores”, diz Lavi. Conheça as obras do artista.

Muna, delícias da cozinha árabe

Muna Darweesh veio com marido e filhos para o Brasil em 2013, fugindo da Guerra da Síria. Sem oportunidade de se recolocar no mercado de trabalho como professora de literatura inglesa, decidiu ir para a cozinha, onde prepara esfihas, kibes, charutos de folha de uva, falafel e outras iguarias árabes. Você pode solicitar o cardápio completo e fazer sua encomenda pelo WhatsApp (11 95437-0682).