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Cinco lendas urbanas que rondam lugares históricos de São Paulo

Giulia Trecco Giulia Trecco - Editora | São Paulo Secreto

lendas urbanas em são paulo

Do Castelinho da Rua Apa à Casa de Dona Yayá, há muita história para se contar.

O que seria de uma cidade sem uma boa dose de lendas urbanas para gelar a espinha de seus moradores? São Paulo, é claro, não foge à regra. Alguns de seus melhores mitos, inclusive, cercam locais que fazem parte da história da cidade. Confira cinco deles:

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Martinelli mal-assombrado

Como muitos prédios e bairros históricos de São Paulo, o Martinelli também teve uma época de decadência, durante a qual foi palco de crimes brutais. O primeiro deles aconteceu em 1947, quando um assassino de apelido Meia-Noite estrangulou um garoto e o jogou por um dos poços de elevadores do local. Anos mais tarde, em 1965, uma garota foi morta por cinco homens e atirada do prédio em seguida.

Por conta disso, o Martinelli tem fama de mal-assombrado. Há quem diga ouvir barulho de pessoas trabalhando mesmo quando não há mais ninguém por lá.

Onde: Rua São Bento, 405 – Centro Histórico de São Paulo

Vozes na Faculdade de Direito

Lendas urbanas também rondam a Faculdade de Direito do Largo São Francisco. Há quem diga que a histórica instituição, que a princípio era um mosteiro, esteja em cima de restos mortais de freis que habitavam o local. Por isso, alguns funcionários juram que é possível ouvir vozes e barulhos sobrenaturais por lá.

Onde: Largo São Francisco, 95 – Sé

Casa de Dona Yayá

Localizada no Bixiga, o casarão onde viveu Sebastiana de Melo Freire, a Dona Yayá, carrega uma história pesadíssima. Depois de seus pais e irmãs morrerem de causas diferentes em um curto período de tempo, a ilustre personagem permaneceu sozinha por anos dentro da residência, desenvolvendo problemas mentais. Por conta disso, foi mantida em cativeiro por funcionários ao longo de quase quatro décadas.

Após sua morte, em 1961, toda sua herança foi transferida para a Universidade de São Paulo. A casa, por sua vez, virou sede do Centro de Preservação Cultural da USP. Por lá, ainda circulam boatos de que é possível ouvir os gritos de socorro de Yayá, cujo espírito continua preso à residência.

Onde: Rua Major Diogo, 353 – Bixiga

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Castelinho da Rua Apa

Com arquitetura exótica, o Castelinho da Rua Apa é famoso pelo assassinato de uma família inteira, na década de 1930. O crime até hoje não foi totalmente desvendado.

Por isso, há rumores de correntes que se arrastam sozinhas, gritos e barulhos sobrenaturais vindos de dentro do estranho prédio.

Onde: Rua Apa, 236 – Campos Elíseos

Terreno amaldiçoado

Quando relembramos as maiores tragédias em São Paulo, é fácil vir à mente o incêndio no Edifício Joelma, em 1974. Entre 187 mortos e mais de 300 feridos, o caso marcou a história da cidade.

Hoje renomeado como Edifício Praça da Bandeira, o local ainda é alvo de histórias sobrenaturais. Acredita-se que muitas almas ainda habitam os pavimentos da construção.

A lenda urbana que cerca o local, no entanto, teve origem quase três décadas antes do incêndio. Parte do terreno onde o Joelma foi construído era, em 1940, a casa da família Ferreira de Camargo.

O local foi palco do famoso Crime do Poço. Um jovem professor assistente da Universidade de São Paulo assassinou a própria mãe e duas irmãs, escondendo os corpos em um poço artesiano na propriedade. Encurralado pela polícia, o criminoso cometeu suicídio dentro da residência.

Onde: Rua Santo Antônio, 140 – Bela Vista

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