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Cripta da Catedral da Sé: os segredos guardados abaixo do altar

Giulia Trecco Giulia Trecco - Editora | São Paulo Secreto

cripta da sé

O local, cercado de lendas urbanas, guarda inclusive os restos mortais do cacique Tibiriçá, personagem importante da fundação da cidade.

A Catedral da Sé de São Paulo foi inaugurada em 1954 e possui 111 metros de comprimento, 46 de largura, 65 de altura (até o cume da cúpula) e 100 metros de altura das duas torres na fachada. Com tamanha imponência, o seu subsolo pode passar despercebido por muitos e manter-se como um local rodeado de lendas, mas uma visita guiada pela Cripta é o suficiente para mudar isso.

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Durante a visita pela igreja, o monitor responsável, conta um pouco sobre a história da Catedral; os elementos, esculturas, obras e símbolos presentes na construção. Além disso, o visitante tem a chance de passar pela “secreta” Cripta (capela subterrânea), inaugurada em 1919, 35 anos antes do restante da igreja.

As visitas são abertas ao público e acontecem no período da manhã, entre às 09h às 11h30 e, no período da tarde, entre às 13h às 16h30. Ao fim de semana, os horários são diferentes: sábados das 9h às 12h e das 13h às 15h30; domingos das 12h30 às 15h30. Mesmo assim, a instituição pede que antes da visita ligue-se para confirmar o horário, que pode sofrer alterações de acordo com a programação.

Conheça a Cripta da Sé

Localizada abaixo do altar-mor da Catedral da Sé, o vasto salão suportado por várias colunas e arcos de perfil gótico, abriga trinta câmaras mortuárias destinadas à guarda dos sarcófagos de bispos, cardeais e arcebispos da arquidiocese de São Paulo. De acordo com a instituição, 17 câmaras estão ocupadas e outras 13, vazias. Além dos membros da igreja, personagens importantes da história do Brasil e de São Paulo também estão sepultados lá. É o caso do grã-cacique Tibiriçá dos Guaianás, que teve importante papel na fundação de São Paulo.

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Além de Tibiriçá, outro personagem ilustre na Cripta é o Regente Feijó, governante do Brasil durante o Período regencial. Encontra-se, ainda, parte dos restos mortais do sacerdote Bartolomeu Lourenço de Gusmão, brasileiro a quem foi dada a primeira patente de invenção em 1707.

De acordo com a Arquidiocese de São Paulo, calcula-se que levará de três a quatro séculos para que todos sejam preenchidos pelo alto clero da instituição em São Paulo.

Onde: Praça da Sé, s/nº – Centro
Contato: 3107-6832

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Tags: história
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