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Avenida Paulista, um sinônimo de SP

Giulia Trecco Giulia Trecco - Editora | São Paulo Secreto

Avenida paulista

A mais paulistana das vias surgiu na época em que São Paulo era o berço da agricultura cafeeira.

A Avenida Paulista foi criada no final do século XIX, quando a cidade expandia suas áreas residenciais para regiões fora do centro. Sua inauguração se deu em 8 de dezembro de 1891. A via não só é o centro financeiro de São Paulo, mas também um dos seus principais pontos turísticos. Por seus quase três mil metros de comprimento, passam mais de 1.5 milhão de pessoas todos os dias.

Os modernos arranha-céus é a essência da famosa Avenida Paulista, um ícone paulistano e um dos pontos turísticos mais característicos da capital. Além disso, o espaço é reconhecido por ser palco de grandes manifestações do povo.

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Como começa a história?

Naquela época, houve grande expansão imobiliária em terrenos de antigas fazendas na região. As áreas mais próximas à avenida e a seu parque central os terrenos eram naturalmente mais caros que nas áreas mais afastadas. Seu nome na altura seria Avenida das Acácias, mas o arquiteto responsável por sua obra, Joaquim Eugênio de Lima, chamou-a de Avenida Paulista.

Era a avenida mais larga e imponente da cidade e a primeira inteiramente planejada e destinada a um fim específico. Pretendia servir de um espaço elegante para a nova burguesia cafeeira viver.

O ar residencial da avenida permaneceu até meados da década de 1950, quando o desenvolvimento econômico da cidade começa a se afastar do centro histórico. Nas décadas seguintes, os grandes prédios que conhecemos hoje começam a surgir por ali.

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Hoje, a avenida é reconhecida mais do que como um centro financeiro. A avenida mais famosa da cidade se tornou um ponto turístico pela quantidade de opções culturais por lá. MASP, o Centro Cultural FIESP, o Sesc Avenida Paulista, o Itaú Cultural, a Casa das Rosas, a Japan House e o Instituto Moreira Salles preenchem os quarteirões da via.

Aos domingos e feriados, ela fica fechada para os carros e se torna quase um parque em meio aos prédios, com a população ocupando o seu espaço.

Foto de capa:Rafael Neddermeyer/Fotos Públicas

 

Tags: visita livre