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Doria afirma que São Paulo vai começar a vacinar contra Covid-19 em janeiro

Giulia Trecco Giulia Trecco - Editora | São Paulo Secreto

vacina covid

Apesar do plano de imunicação divulgado pelo Ministério da Saúde apontar para março o início da vacinação, SP pode sair na frente.

Em coletiva desta quinta, dia 3, o governador de São Paulo, João Doria, afirmou que a vacina CoronaVac será aplicada na população paulista a partir de janeiro de 2021. A vacina ainda está na terceira fase de testes e a sua eficácia precisa ser comprovada antes da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) liberar o seu uso.

Não é a primeira vez que o governador afirma que a vacinação em SP deve começar em janeiro. Quando a CoronaVac chegou à fase final, em novembro, ele já havia assegurado que isso aconteceria.

De acordo com as informações oficiais do plano nacional de vacinação, pode não ser bem assim. Segundo a Agência Brasil, o plano nacional de vacinação contra a covid-19 terá quatro fases. Em cada etapa serão atendidos determinados tipos de públicos, escolhidos a partir do risco da evolução para quadros graves diante da infecção, da exposição ao vírus e de aspectos epidemiológicos da manifestação da pandemia no país.

As quatro fases da vacinação

A primeira fase terá como prioridade trabalhadores de saúde, pessoas de 75 anos ou mais e idosos em instituições de longa permanência (como asilos), bem como povos indígenas.

Na segunda fase a imunização será focada nos idosos de 60 a 74 anos. Pacientes a partir de 60 anos são considerados grupo de risco pelo risco maior da contaminação evoluir para uma morte.

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Na terceira fase estarão pessoas com comorbidades, condições médicas que também favorecem um agravamento do quadro a partir da covid-19. Entre as doenças crônicas incluídas neste grupo estão as cardiopatias e doenças renais crônicas.

A quarta fase vai focar em professores, forças de segurança, trabalhadores do sistema prisional e pessoas privadas de liberdade. O conjunto destes segmentos soma 109,5 milhões de pessoas, que deverão receber, cada um, duas doses. No comunicado do Ministério sobre a reunião não há informações sobre o restante da população.

Foto de capa: CDC on Unsplash