O Maestro João Carlos Martins sobe aos palcos ao lado da Orquestra Bachiana para mais um concerto gratuito! A apresentação será no museu de arte mais icônico da capital e oferecerá ao público um repertório clássico, com Vivaldi e outras obras-primas.
O concerto será em 15 de setembro, às 20h, no Auditório do MASP. Os ingressos ficarão disponíveis 2 horas antes do início do espetáculo, na bilheteria presencial do museu, e estão sujeitos à lotação da sala. Ou seja: anote na agenda e chegue cedo para não perder a experiência!

Confira o repertório deste concerto gratuito no MASP
O espetáculo faz parte da Temporada 2025 do MASP. Além do maestro e da Bachiana Filarmônica Sesi-SP, haverá a participação especial do solista Rodolfo Lota, violinista da Osesp desde 2013.
O repertório inclui clássicos da música erudita: o primeiro e o último movimentos da Quinta Sinfonia de Beethoven, as “Quatro Estações” de Vivaldi e “Intermezzo” de Pietro Mascagni.
Além disso, haverá clássicos da música internacional e do cinema, como “Era uma Vez no Oeste” de Ennio Morricone, “Cavatina” de Stanley Myers, “Il Postino” de Luis Bacalov e o tango “Adios Nonino” de Piazzolla, assim como três peças interpretadas por João Carlos Martins no piano.

A trajetória inspiradora do maestro João Carlos Martins
O maestro iniciou sua carreira muito jovem, se destacando como pianista com apenas 13 anos. Pouco tempo depois, ganhou reconhecimento internacional e se tornou um dos maiores intérpretes de Johann Sebastian Bach.
Apesar de sua trajetória excepcional, João Carlos Martins passou por diversos obstáculos em sua carreira. Além de um acidente em uma partida de futebol, que levou à atrofia de três dedos, o maestro sofreu uma agressão em um assalto na Bulgária, cujas sequelas comprometeram os movimentos da mão direita. E então, desenvolveu uma distonia focal, condição que prejudicou o movimento das mãos.
Mesmo diante de tantas dificuldades, o maestro permanece um dos melhores pianistas da atualidade, além de ter começado uma nova trajetória na regência. Hoje, à frente da Orquestra Bachiana, João Carlos Martins se consolida como um símbolo de paixão pela música e resistência às tribulações.
