A Mansão do Pelé no Guarujá já foi um símbolo de luxo e prestígio, refletindo a trajetória do maior nome do futebol mundial. Assim como o mineiro foi a estrela dos gramados, sua casa na praia foi a protagonista de grandes festas de celebridades e se tornou um dos locais mais badalados do litoral de São Paulo.
No entanto, desde o falecimento do atleta, em 2022, a mansão vive dias menos elegantes. O imóvel, que ocupa um quarteirão inteiro na Praia de Pernambuco, deixou de ser um refúgio dos famosos para se tornar alvo de deteriorização, vandalismo e abandono, surpreendendo fãs do Rei do Futebol.

Como está a Mansão do Pelé hoje?
Construída nos anos 1980, a propriedade teve papel central na vida de Edson Arantes do Nascimento, o Pelé. Ali, o astro se refugiava das câmeras junto à família, recebendo amigos e nomes ilustres do esporte e da sociedade brasileira.
Com 4 mil metros quadrados, o terreno era um verdadeiro oásis de lazer e requinte. Além da casa principal, Pelé construiu uma área gourmet com churrasqueira, quadras esportivas, piscina, playground, capela e uma grande sala de cinema.
No entanto, após sua morte, a mansão ficou vazia. Foi então que o imóvel passou a enfrentar problemas de conservação: jardins tomados pelo mato, piscina com água esverdeada e móveis quebrados. Além disso, muitos dos bens que restavam foram furtados, já que invasões por vândalos se tornaram frequentes.

Nova chance: casa do Rei pode ir a leilão
Por conta do abandono, a Mansão do Pelé acumula mais de R$ 450 mil em dívidas de IPTU. Além disso, foi usada como garantia em uma dívida de R$ 7 milhões das empresas do Rei, estando atualmente penhorada.
Frente ao cenário, é provável que o imóvel vá a leilão junto de outras propriedades de Pelé. Por enquanto, a família Arantes do Nascimento busca alternativas para resolver as pendências e preservar o legado do Rei do Futebol, evitando que a mansão se torne mais um patrimônio esquecido das estrelas do Brasil.