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Viagens

Holambra: ‘cidade das flores’ é refúgio europeu bem próximo a São Paulo

Giulia Trecco Giulia Trecco - Editora | São Paulo Secreto

Holambra

Com aspecto adorável, cidade formada por colônia de holandeses oferece boas opções de turismo.

Às vezes, a rotina intensa de uma metrópole como São Paulo acaba exigindo um tempinho longe de toda a correria. Para se refugiar, por que não investir em uma viagem para a “cidade das flores”, Holambra?

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Primeiramente, é necessário saber que o nome da cidade não soa parecidíssimo com “Holanda” por acaso. Quase tudo por lá foi construído “nos moldes” do país europeu. Ou seja, será fácil encontrar casinhas coloridas e referências à cultura neerlandesa em todas as direções.

A história da cidade, claro, começa na Holanda pós-Segunda Guerra Mundial, arrasada pelos conflitos. Seus governantes, então, estimularam a imigração da população para outras nações, a fim de que encontrassem uma melhor qualidade de vida. O Brasil acabou na rota, recebendo inicialmente um grupo de mais ou menos quinhentos holandeses.

Depois de alocados na antiga fazenda Ribeirão, no interior do estado de São Paulo, fundaram a colônia Holambra (junção de letras das palavras HOLanda, AMérica e BRAsil), em julho de 1948. De início, criação de porcos e galinhas era o principal meio econômico. Isso mudou em 1951, quando outro grupo de imigrantes neerlandeses chegou com a ideia de investir no cultivo de flores.

A ideia vingou. E muito! Hoje em dia, a cidade tem a floricultura como pilar de sustentação. Ela detém 40% de toda a produção nacional e 80% da exportação de flores feitas pelo Brasil. Além disso, é sede da Expoflora, o maior evento do setor florícola da América Latina.

Mas e aí? O que fazer em Holambra?

Quer começar do básico? Então aposte em um city tour. Você vai poder se aprofundar na história e conhecer lugares-chave da cidade. Além disso, esse é um dos jeitos de visitar as extensas plantações de flores, que garantem lembranças e belíssimas fotos para o Instagram.

Pausa para forrar o estômago

Como ninguém é de ferro, também é preciso fazer uma ou duas (ou três, ou quatro) paradinhas para comer. Entre cafés e restaurantes, há como experimentar sabores suficientemente holandeses.

Um exemplo é o The Old Dutch, cuja especialidade é o joelho de porco com chucrute. Igualmente gostoso, o Pepersteak é um delicioso filé mignon com molho de pimenta-do-reino verde, páprica e creme de leite.

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Vai um docinho aí?

Quando em Holambra, coma uma Stroopwafel! Essa bolacha recheada com caramelo é mais uma delícia holandesa, encontrada na Zoet En Zout. A doceria ainda oferece o Oranje Bloem (doce de flor de laranjeira) e a torta de maça, chamada Appeltaart.

 

Visite um típico moinho holandês

Pessoas naturalmente curiosas vão adorar conhecer o Moinho Povos Unidos. Cópia fiel dos moinhos holandeses, a atração serve como mirante, ensina quais os diferentes usos das estruturas e quais materiais são usados na construção. Ou seja, é perfeito para quem quer voltar para casa com novidades para compartilhar.

Deseja algo além do bate e volta?

Se o esquema bate e volta não agrada, talvez pegar um quarto de hotel em Holambra seja uma boa pedida. Nomes como Holambra Garden e Hotel Villa de Holanda despontam como as melhores opções no Booking.com.

Há também opções alternativas, como tentar encontrar uma casa ou pousada mais informal pelo Airbnb ou plataformas semelhantes.

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